Papa Bento XVI pode renunciar ao cargo em Abril.



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Foto: (Reuters)
Contagem decrescente. Falta um Papa até ao fim do mundo

Por Rosa Ramos, iOnline

Segundo a profecia de S. Malaquias, o juízo final pode estar mais perto se Bento XVI renunciar ao lugar de Papa

Nas últimas semanas tem-se especulado nos corredores do Vaticano sobre a possibilidade de Bento XVI vir a renunciar ao cargo em Abril – mês em que comemora sete anos de pontificado e 85 de vida. Se a renúncia acontecer, motivada por uma série de intrigas dentro da cúria romana que acabaram por chegar aos jornais, o fim do mundo pode estar mais perto. Pelo menos é o que diz uma profecia atribuída a S. Malaquias, um arcebispo irlandês canonizado há mais de 800 anos.

Conta-se que por volta de 1139, durante uma viagem a Roma, onde foi recebido pelo Papa Inocêncio II, S. Malaquias terá tido uma visão dos 112 papas que assumiriam o comando da Igreja até ao dia do juízo final. Acontece que Bento XVI, o actual santo padre, é o número 111 da lista e há quem acredite piamente que já só falta um Papa para o fim do mundo.

Os cognomes S. Malaquias, diz a lenda, terá visto os 112 papas e escreveu, para cada um deles, frases enigmáticas em latim. Bento XVI, o número 111, aparece descrito como de gloria olivae (da glória da oliveira). Antes do último conclave especulou-se, a propósito da profecia, sobre se o Papa seguinte seria da Ordem Beneditina, cujo símbolo inclui um ramo de oliveira. A verdade é que Bento XVI não é beneditino, mas acabaria por escolher o nome “Bento” para o seu pontificado e alguns historiadores têm relacionado essa denominação com S. Bento de Núrsia, o fundador da Ordem Beneditina.

Já o anterior Papa, João Paulo II, é descrito como de laboris solis (Trabalho do Sol). A verdade é que Karol Wojtyla nasceu a 18 de Maio de 1920, no mesmo dia em que aconteceu um eclipse solar. Quando foi enterrado, a 8 de Abril de 2005, foi visto outro eclipse, no continente americano. Também há quem relacione a referência de S. Malaquias ao sol com o facto de João Paulo II ter nascido na Polónia – no Leste, onde o Sol nasce.

O último Papa O derradeiro comandante da Igreja é descrito na profecia como Petrus Romanus (Pedro, o Romano). E o texto de S. Malaquias acrescenta o seguinte, a propósito do dia do juízo final: “Na perseguição final à sagrada Igreja Romana reinará Pedro Romano, que alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências, sendo então destruída a cidade das sete colinas [Roma], e o formidável juiz julgará o seu povo. Fim.” A estas palavras, o Monge de Pádua (também profeta) terá acrescentado, já no século xvi: “Roma criminosa será destruída e o juiz tremendo julgará, triunfante, todos os povos.”

Muitos dos seguidores da profecia acreditam que o último Papa será um italiano ou alguém que tenha crescido no Vaticano – daí a referência de S. Malaquias a um “romano”. Desde 1978 que o principal lugar da Igreja não é ocupado por um italiano e sabe-se, graças à mais recente crise no Vaticano, que uma ala da cúria tem vindo a reclamar, para sucessor de Bento XVI, um italiano – de maneira a devolver a Santa Sé a Roma.

Controvérsia Também se conta que quando chegou a Roma S. Malaquias se apressou a contar tudo o que vira durante a viagem ao Papa Inocêncio II – que terá ficado satisfeito por saber que a Igreja ainda teria muitos anos pela frente. O que é certo é que o texto da profecia terá desaparecido. Só foi encontrado em 1590 e publicado cinco anos depois pelo Monge de Pádua no livro “Lignum Vitae”. Há quem garanta que a profecia não passa de uma fraude construída nessa altura para favorecer Gregório XIV no conclave. As profecias valem o que valem, mas, nunca fiando, importa lembrar que o calendário maia também acaba este ano – o que para muitos sugere que o mundo poderá acabar em breve.

Fonte: iOnline


Fabiano Beiruth | Niteroi - RJ/Brasil | 29/02/2012
Considerando Apocalipse 13 e 17, vemos claramente a concordancia da visão de S.Malaquias, com a visão de João em Patmos. No texto de Ap 17, notamos a discrição da Igraja Romana e seus adereços. Até mesmo a cor que se vestem hoje foi vista por João a quase 2000 anos atrás. Tudo isso nos leva a crer mais ainda na veracidade biblica. Nesse mesmo texto podemos encontrar algumas particularidades como referencia aos acontecimentos futuros. Por exemplo: Desde que o Vaticano tornou-se reino, 7 papas (reis/ministros de estado) assumiram a liderança. Segundo Apocalipse, o sexto rei (João Paulo II) seria ferido de uma ferida mortal (em 13 de maio de 1981, João Paulo II, então papa sofre um atentado, mas sobrevive) mas seria curado, e por sua cura ele seria aclamado (o mundo lamentou e exaltou o papa como nenhum outro). Diz tambem o texto do capitulo 17, que o sétimo rei (Bento XVI), ficaria um pouco de tempo. Isso daria um tempo para a personificação do sexto rei, que é o oitavo


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